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Mensagem do Dia - 24/06/2019

Nos momentos que se sentir sozinho, aquele momento que você tem medo que nada melhore, muitas vezes tudo o que você precisa fazer é abaixar a cabeça, fazer uma oração e resistir à tempestade pois Deus está contigo e Ele te dará a vitória. Tenha uma semana para confiar e seguir o caminho de Deus sem atalhos, mas com fé!

O sentido do envio dois a dois | 24 a 30/06/2019

Data: 24 a 30/06/2019
Tema:
O sentido do envio dois a dois
Salmo: 133,1-3

Leitura: Lc 10,1-12


Com a força de Pentecostes, a Igreja que ali foi fundada expandiu-se por toda aquela região e chegou até nós, os gentios, ou seja, os estrangeiros. A Salvação de Jesus e a sua proposta de vida é para o mundo inteiro. Jesus, é, especialmente e principalmente, o nosso Senhor e Salvador. O filho de Deus foi e continua sendo o maior líder que a humanidade já conheceu. E como tal, aliado à sua atividade salvífica, teve inúmeras iniciativas próprias de um líder que conhece os seus mais próximos e providencia “ferramentas” adequadas para que seus liderados trabalhem com eficiência e produzam frutos.

Uma destas tantas iniciativas sábias tomadas por Jesus foi a de enviar os seus para a missão “dois a dois”, em dupla, juntos. E porque Jesus fez isso? Uma das mais belas passagens dos evangelhos nos revela a importância deste envio dois a dois: o caminho de Emaús (Lc 24,1349). Neste episódio dois dos discípulos exercitavam uma atividade relacional, o sentimento da mais alta importância para o crescimento, amadurecimento e continuidade de um bom relacionamento, de uma comunidade, de uma célula: a “amizade”, “partilha”.

Partilha: a vida cristã, base de toda amizade gerada no ambiente celular, é o assunto principal de nosso encontro semanal. Neste curto espaço de tempo, partilhamos algum tema de toda a nossa rica espiritualidade cristã, mas a vida celular obviamente não se reduz a este espaço semanal do encontro da célula. A partilha se desdobra para além do espaço reservado ao encontro semanal da célula e não se limita ao assunto do roteiro. Nos encontramos na casa do irmão (a), saímos juntos, viajamos, almoçamos, tomamos café na casa de um ou outro. Ali acontece a partilha de nossas vidas, conversas amigas sobre a nossa família, nossa vida espiritual (se está forte, fraca ou estagnada), dificuldades financeiras ou até mesmo aprofundar um tema de célula que não tenha ficado claro ou que tenha causado interesse em ser aprofundado. E nesta partilha o “relacionamento” entre os membros de aprofunda, amadurece e se fortalece.

Em uma partilha acontecem duas coisas inevitavelmente: ajudamos ou somos ajudados. Assim acontece a Palavra de Deus em nosso meio: “ajudai-vos uns aos outros” (Gl 6,2). A “naturalidade” da vida cristã acontece quando abrimos nosso coração. No transcorrer de nosso convívio tenhamos certeza de que, tal qual o Senhor se colocou no meio dos discípulos de Emaús, Ele também está no meio de nossa partilha: “o que vocês estão conversando”? (Lc 24,17).

Amizade: o grau de importância da amizade era tão elevado para Jesus que passou a chamar os seus mais próximos de amigos e não mais de servos (Jo 15,15). E porque Ele os chamava de amigos? Porque aos amigos ele confiou “tudo” o que ouvia do Pai. Isso se chama “confiança”, elemento chave para se manter uma amizade sólida. Quando somos chamados de servos já nos sentimos um pouco contentes, porque estamos servindo ao Senhor, é verdade. Mas sermos chamados amigos do Senhor deve ser motivo de honra e você pode, claro e evidente, também ser amigo (a) do Senhor (se já não for) partilhando com Ele em sua oração diária toda sua vida.

Você deve se sentir honrado e feliz por cultivar este tesouro chamado amizade, ter amigos e amigas e certamente você tem seu amigo (a) ou amigos (as) em que você “confia” as coisas da sua vida, com quem você tem liberdade e segurança de se abrir. Não somente para falar de problemas, mas falar e ouvir sobre planos, projetos de vida, sobre sua célula, vitórias (grandes e pequenas), alegrias e tristezas, ou simplesmente “estarem juntos”, “curtirem”, aproveitar bons momentos que uma boa amizade proporciona. O grande filósofo Aristóteles disse: “a amizade ocupa um lugar fundamental em nossas vidas. Ela é tão importante como a necessidade do ser humano de se alimentar e descansar, por exemplo”.

Jesus enviou os seus dois a dois, pois sabia da necessidade do ser humano de se relacionar, de se ajudar, de se comunicar, de falar de si, de ajudar e ser ajudado, de se ombrear na hora do cansaço, da tristeza, e também partilhar suas alegrias, conquistas, de valorizar o amigo e ser valorizado, de corrigir e ser corrigido.

Perguntas
1) Como tenho sido amigo de Jesus?
2) Tenho amigos (as) sinceros (as)?


AVISOS

Encontro das lideranças de células com o padre Rogerio Felix, dirigido a líderes, auxiliares e supervisores de célula de todas as redes: sábado, 06/07, 14h30 às 18h, no auditório do Espaço Vida

Grande Célula com o padre Rogerio Felix e todas as redes celulares: segunda-feira, 22/07, às 19h30, na igreja


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  • Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  • Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  • Orar por todas as pastorais e movimentos;
  • Pelos encontros de formação de líderes;
  • Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  • Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  • Por todo trabalho de células;
  • orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  • Orar pelos aniversariantes do mês;
  • Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  • Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“O AMIGO AMA EM TODOS OS MOMENTOS; É UM IRMÃO NA ADVERSIDADE” (Pr 17,17)

“É MELHOR TER COMPANHIA DO QUE ESTAR SOZINHO, PORQUE MAIOR É A RECOMPENSA
DO TRABALHO DE DUAS PESSOAS. SE UM CAIR, O AMIGO PODE AJUDA-LO A LEVANTAR-SE” (Ecle 4,9-10)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


Dons e frutos do Espírito Santo (última parte) | 17 a 23/06/2019

Data: 10 a 16/06/2019
Tema:
Dons e frutos do Espírito Santo (última parte)
Salmo: 92,11-16

Leitura: Rm 12,3-8; Gl 5,22-26


Em nossa última célula partilhamos a respeito dos dons espirituais que o Espírito Santo distribui fartamente a todos. Os dons narrados pelo apóstolo Paulo em Coríntios são “extraordinários”, ou seja, dons “extras”, a mais daqueles que recebemos por ocasião do batismo e confirmados na crisma. E estes dons podem parecer “espetaculares”, chamam a atenção dos curiosos, como as curas, falar em línguas, profetizar...

Na carta aos Romanos, o mesmo apóstolo mostra outra categoria de dons que podemos chamar de “dons de serviço à comunidade”, ao corpo de Cristo; como o ato de distribuir ajudas, de animar, de ensinar, de corrigir, de servir, de coordenar... E emenda com recomendações que dizem respeito à comunidade como alegrar-se com os seus irmãos, cuidar dos que precisam, não pagar o mal com o mal, procurar viver em paz com todos. Paulo procura canalizar estes dons recebidos graças à vida nova em Cristo para a construção do Reino de Deus, direciona os dons para a vida de comunidade.

Antes mesmo de relatar os dons, o apóstolo nos adverte que somos “membros” uns dos outros, assim como um corpo. Pertencemos uns aos outros, precisamos uns dos outros. Ninguém é maior do que o outro. Só porque você é coordenador e eu sou aquele que limpa o banheiro. Aquele que canta e é visto por todos também não é maior e nem deve achar que é mais importante e melhor do que aquele que chega mais cedo para arrumar as cadeiras. Assim como o pé não é maior do que a orelha: todos pertencemos ao corpo de Cristo; “Todos estamos unidos uns com os outros como partes diferentes de um mesmo corpo” (Rm 12,5).

Se a ação do Espírito Santo em nossas vidas, através de seus dons nos capacita para o seu serviço à comunidade e para o nosso crescimento espiritual, ela também produz frutos, que assim como os dons podem ser classificados para um melhor entendimento de sua ação em sua vida.

1) Frutos para o nosso bem-estar interior - paz, alegria, autodomínio (temperança), mansidão: muitos buscam a tal da “paz interior” que somente Ele pode nos dar. “Deixo com vocês a minha paz. É a minha paz que eu lhes dou. Não fiquem aflitos, nem tenham medo” (Jo 14,27); “Que a esperança que vocês tem, os mantenham alegres” (Rm 12,12); “Venham a mim todos vós que estais cansados e eu os aliviarei..., porque eu sou manso e humilde de coração” (Mt 11,28); “Pois o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes” (2Tm 1, 7).

2) Frutos para o nosso relacionamento com o outro - bondade, paciência (longanimidade), delicadeza (benignidade, afabilidade): estas manifestações do Espírito em nós são verdadeiros “cartões de visita” de sermos cristãos, pois demonstram que de fato somos diferentes, que somos cristãos. Ser bom é evangelizador: “Brilhe vossa luz diante dos homens, afim de que vejam suas boas obras e glorifiquem a Deus que está nos céus” (Mt 5,16).

3) Frutos de minha proximidade e relacionamento com Deus - amor e fidelidade: como vimos em nossa última célula devemos buscar o dom maior, o dom do amor, mas não o amor humano e sim o Seu amor, amor doação: “De tal forma Deus amou o mundo, que nos deu seu filho único” (Jo 3,16). Que se desdobra no amor ao nosso próximo: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (Jo 15,12). A fidelidade (que também pode ser chamada de lealdade, integridade, sinceridade, confiabilidade) é tão difícil de ser mantida, mas o Senhor nos pede: “Muito bem! Servo bom e fiel! Foste fiel no pouco, por isto te confiarei muito, vem festejar comigo” (Mt25,23)

Dom é dado, e sobre os dons comentado hoje, cada membro de célula deve se observar e perceber se em você não existe um “dom inativo”, parado, juntando teias de aranhas, não sendo exercitado ou pior, sendo negligenciado, abafado, escondido. Isto é fácil de descobrir: quando o líder de célula ou a coordenação da rede faz um apelo para um trabalho, para ser líder de célula, como você responde?

O fruto deve ser cultivado através de uma constante amizade entre você e a pessoa do Espírito Santo. Reservar tempo para Ele na oração e permitir que Ele trabalhe em você, te “podando” para que se produza frutos em você, na comunidade, e entre você e Deus.

Perguntas
1) Para quais os dons de serviço me sinto chamado?
2) Que fruto do Espírito sinto que se manifesta e preciso em minha vida?


5º Passo= Entrega (Oração) | 10 minutos

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

A RESPOSTA DELICADA ACALMA O FUROR, MAS A PALAVRA DURA AUMENTA A RAIVA.
AS PALAVRAS DO SÁBIO TORNAM O CONHECIMENTO ATRAENTE, MAS O TOLO SÓ DIZ BOBAGENS...,
AS PALAVRAS BONDOSAS NOS DÃO VIDA NOVA, PORÉM AS PALAVRAS CRUÉIS DESANIMAM A GENTE
(Pv 15,1-4)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


Sereis “batizados” no Espírito Santo | 27/05 a 02/06/2019

Data: 27/05 a 02/06/2019
Tema:
Sereis “batizados” no Espírito Santo
Salmo: 103,1-14

Leitura: At 1,4-8; 2,1-12


Introdução: A experiência do batismo no Espírito Santo tem seu fundamento na própria palavra de Deus. Foi pela boca do próprio Senhor Jesus, como acabamos de ouvir sendo proclamada, para cumprir sua promessa de que não ficaríamos sozinhos, desamparados, sem a assistência divina entre nós, sua criação, seus filhos. A promessa foi cumprida no dia da festa de Pentecostes e inaugurou a Igreja do Senhor Jesus, a nossa Igreja.

Embora a finalidade de um roteiro não seja a de necessariamente explicar “teologicamente” seu conteúdo (neste sentido encontra-se no portal Eklesia, ampla bibliografia sobre a pessoa do Espírito Santo), mas antes proporcionar condições de “vivência”, é bom deixar claro que o que chamamos de “batismo” no Espírito não se trata evidentemente de mais um sacramento, mas sim de uma “experiência”, um mergulho. É deixar-se envolver, conduzir-se, queimando pelo seu fogo abrasador. Neste sentido transcrevemos as palavras do respeitadíssimo e eminente cardeal belga Leon Joseph Suenens, mais conhecido como cardeal Suenens, foi presidente da conferência episcopal belga, moderador do Concilio Vaticano II, profundo conhecedor da pessoa do Espírito Santo:

“Há sempre um problema de terminologia, mas aquilo de que se experimenta no batismo no Espírito, é o que estamos procurando. É disso que precisamos para sermos capazes de conduzir as pessoas. Participamos do Espírito mediante o batismo e a confirmação. Mas muitos de nós precisam ainda ser batizados no Espírito, experimentar a libertação do Espírito, render-se a ele, permitir que o Espírito de Deus assuma a direção”.

A experiência do “batismo no Espírito” ou a “efusão no Espírito” que aconteceu em Pentecostes, narrada especialmente o livro dos Atos dos Apóstolos, e mais inúmeras experiências vividas na Igreja nascente, proporcionam e acrescentam na vida da pessoa muitas características que antes não se observava como nos fala o próprio Senhor:

Força - Recebereis uma força, a força do Espírito Santo” (At 1,8): Os discípulos e os apóstolos antes da experiência de Pentecostes eram pessoas medrosas, viviam escondidos de medo ou até vergonha de serem identificados como seguidores do Senhor. Após terem recebido o batismo no Espírito em Pentecostes saíram DESTEMIDAMENTE a evangelizar, sem medo, sem constrangimentos, sem vergonha do nome do Senhor Jesus.

Além dos relatos bíblicos, a experiência vivida por milhares de pessoas que experenciaram o batismo no Espírito mostram melhor compreensão do mistério de Deus, grande amor por sua Palavra e pela oração, assumem um novo compromisso com Jesus, estão abertos à ação do Espírito no dia a dia de sua vida, exercem os dons espirituais, tem força para o testemunho e consciência mais clara sobre a Igreja e sua comunidade (célula), iniciando assim a caminhada na produção de frutos desta ação do Espírito em sua vida (Gl 5,22-25).

O que fazer para receber o batismo no Espírito Santo? Após ouvirem o destemido discurso de Pedro e terem recebido o batismo no Espírito, os presentes naquela festa foram tocados pela força da pregação. Aos lhes perguntar o que deveriam fazer, Pedro respondeu: “Convertei-vos, arrependei-vos, aceitem a Jesus e receberão o dom do Espírito Santo” (At 2,38). Neste sentido, como estamos nos preparando para o nosso Pentecostes, seria muito bom que esta semana a gente fizesse uma boa confissão.

Como receber o batismo no Espírito Santo: Primeiramente querer, arrepender-se, estar aberto, e claro, PEDIR. Isso pode ser feito em uma vigília, em sua célula ou até mesmo sozinho em sua casa, em seu quarto. Ajoelhe-se, clame este “batismo”, como já fizeram milhares de pessoas.

Quem pode receber este batismo no Espírito? Todos, como prega São Pedro em seu discurso: “A promessa é para vocês, para seus filhos e para todos os que estão longe” (At 2,39).

Se alguém tem sede, venha a mim e beba... rios de água viva vão jorrar do coração de quem crê em mim. Jesus estava falando a respeito do Espírito Santo, que aqueles que criam nele iriam receber” (Jo 7,38-39).

 

Perguntas
1) O que o batismo no Espírito Santo faz em mim?
2) Eu quero ser batizado no Espírito Santo?

 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.

Dons e frutos do Espírito Santo (1ª parte) | | 10 a 16/06/2019

Data: 10 a 16/06/2019
Tema:
Dons e frutos do Espírito Santo (1ª parte)
Salmo: 119,41-48

Leitura: Rm 12,3-8; 1Cor 12,4-12; Gal 5,22-23


No dia de Pentecostes, os Apóstolos ficaram cheios do Espírito Santo e ali naquele cenáculo juntos com Nossa Senhora, nasce a nossa Igreja. A Boa Nova de Jesus Cristo, com a força do Espírito Santo, é anunciada e o nome santo de nosso Salvador chega até nós.

A Boa Nova de Jesus precisa continuar a ser anunciada. Com sua visão estratégica e visionária, muito especialmente pensando em cada um de nós, seus seguidores que continuaríamos sua missão, nos envia seu Santo Espírito para nos fortalecer, estar conosco, nos iluminar, nos recordar, ser o “outro consolador”, uma vez que Ele mesmo “consolou” os seus em seu tempo. O Espírito Santo está conosco e para nos capacitar para a obra evangelizadora e nos fortalecer espiritualmente, nos dá os seus mais diversos e ricos dons. De fato, são muitos, por isto, neste roteiro ouvimos três leituras, pois em uma só não aparecem todos os dons.

O Espírito Santo é a “alma da Igreja”, que a mantém viva, orienta. Esta mesma Igreja que foi selada, inaugurada em Pentecostes é a mesma que há 50 anos, através do Concílio Vaticano II renova a importância de cada um de nós, leigos e leigas, exercitarmos “todos” os dons presenteados pelo Espírito Santo: “ Para exercerem seu apostolado que opera a santificação do povo de Deus através do ministério dos sacramentos confere ainda dons peculiares (1Cor 12,11) ´distribuindo-os a todos, um por um conforme quer´, de maneira que cada qual, segundo a graça que recebeu, também ponha a serviço do outro e sejam eles próprios como bons  dispensadores da graça multiforme de Deus (1Pd 4,10) para a edificação de todo o corpo na caridade (Ef 4,16). Da aceitação destes carismas, mesmo dos mais simples, nasce em favor de cada um dos fiéis o direito e o dever de exercê-los para o bem dos homens e a edificação da Igreja e do mundo, na liberdade do Espírito Santo, que “sopra onde quer” (Jo 3,8). (Apostolado dos Leigos N-3).

No batismo, pelos méritos de Cristo, recebemos os sete dons do Espírito Santo: sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus. Eles se encontram em plenitude e pertencem a Cristo, filho de Davi (Is 11,1-2 / CIC- 1831). Conforme reflexão do roteiro do dia 20/05, a nossa Igreja relembra as cartas do apóstolo Paulo a respeito dos dons carismáticos que hoje ouvimos. Em Pentecostes, dois destes dons acompanharam aqueles que foram batizados no Espírito Santo: o dom das línguas e o da interpretação das línguas, em cumprimento da profecia do profeta Joel (At 2). Para melhor compreensão dos dons podemos “classificá-los”:

1) Dons que nos enriquecem nas coisas espirituais - sabedoria, ciência e discernimento dos espíritos: Sabedoria está intimamente ligada à ciência. Trata-se de uma inspiração e não conhecimento humano. O Espírito revela a um irmão ou irmã palavras esclarecedoras a respeito da célula, da comunidade ou mesmo pra uma pessoa em particular. Para melhor entendimento podemos dizer que pela palavra de sabedoria o Espírito Santo mostra (revela) o que está acontecendo e pela palavra de ciência revela o que fazer a respeito desta determinada situação. A sabedoria de Deus ainda nos ensina a como viver seus planos e a ciência de Deus nos mostra as suas coisas espirituais (sabedoria ou revelação de Deus não podem ser confundidas com conhecimentos prévios de uma pessoa a respeito e colocadas como se fossem “reveladas” por Deus).  O dom do discernimento dos espíritos nos capacita saber se o que está acontecendo vem de Deus, da pessoa mesmo ou do demônio. Este dom não tem nada a ver com pessoas sensitivas ou estudos de psicologia, ainda que esta disciplina seja uma grande aliada deste dom.

2) Dons que são verbalizados - profecia, línguas e interpretação das línguas: Pelo dom da profecia, uma pessoa fala não necessariamente sobre alguma coisa que ainda vai acontecer, mas pode ser uma mensagem da parte de Deus para uma pessoa ou para toda uma comunidade para instruir, aconselhar, orientar. O dom das línguas é o único dom para o crescimento espiritual pessoal e neste caso não precisa ser interpretado, pois se trata de uma oração em línguas que é o Espírito que ora em sua língua. O dom da interpretação das línguas é usado quando alguém profetiza em línguas, nesse caso o Senhor concede este dom para que toda a comunidade saiba o que foi profetizado.  

3) Dons que se manifestam pela ação - fé, cura e milagre: A fé como dom carismático (carisma) não se refere a virtude teologal (infusas por Deus: fé, esperança e caridade), mas é aquela fé que nos impulsiona a uma aproximação mais íntima a Cristo, que através das obras que você faz comunica Deus aos outros. O dom da cura fala por si mesmo, uma doença seja física ou espiritual que é eliminada mediante uma oração que se faz por uma pessoa. Já o milagre é o dom que opera quando se esgotam todos os recursos da medicina: Jesus realizou curas e milagres, milagres com pessoas (ressuscitou Lázaro) e na natureza (parou uma tempestade e multiplicou pães).

Os dons estão à nossa disposição para usá-los para a edificação da célula, da Igreja, da comunidade. Precisamos de todos eles, desde o considerado “menor” de todos os dons, o dom das línguas, para o nosso crescimento e fortalecimento pessoal. Mas se continuarmos a leitura da carta aos coríntios onde Paulo descreve no capítulo 12 sobre os dons e entrarmos no capítulo 13, ele nos reporta ao dom maior: o amor! “Eu vou mostrar a vocês o caminho que é o melhor de todos” e cita vários dons, línguas, profecia, milagres..., mas se não tiver amor... isso não me adiantaria nada (1Cor 13,3).

Quando recebemos o Espírito Santo, recebemos com ele o maior dos dons: o dom do amor. Os membros de nossas células precisam cultivar este dom, por um motivo muito simples, lindo e muito especial, porque foi Jesus mesmo que nos pediu por ser condição indispensável para sermos chamados seus discípulos: “Nisto conhecereis que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).

Perguntas
1) Tenho buscado os dons espirituais para a minha vida e para o crescimento de minha célula?
2) Quais benefícios que minha célula teria com o exercício dos dons espirituais, especialmente o dom do amor?

 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

“Virá um descendente de Davi, filho de Jessé, que será como um ramo que brota de um toco,
como um broto que surge das raízes. O Espírito do Senhor estará sobre ele,
Espírito de sabedoria e entendimento, Espírito de prudência e de coragem,
Espírito de ciência e temor do Senhor, conhecerá sua vontade e terá prazer em obedecer-lhe.
Ele não julgará pela aparência, nem decidirá somente por ouvir dizer” (Is 11,1-3)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.

 

O Espírito Santo em minha vida | 20 a 26/05/2019

Data: 20 a 26/05/2019
Tema:
O Espírito Santo em minha vida”
Salmo: 103

Leitura: Jo 14, 16-31


Dentro desta nossa reflexão sobre o amor de Deus que se fez acontecer na criação, na redenção em Cristo Jesus e na vivificação do Espírito Santo, hoje vivemos a era do Espírito Santo. Se nos tempos em que Jesus esteve aqui na terra, o povo daquela época o tinha como o seu consolador, hoje o nosso “consolador” é o Espírito Santo. Por isto Jesus, ao se preparar para a sua hora, a hora de voltar para o Pai, disse: “Eu pedirei ao Pai e Ele lhes dará um ´outro´ consolador” (Jo 14,16) e esta promessa como sabemos foi cumprida no dia de Pentecostes, conforme nos narra São Lucas nos Atos dos Apóstolos (At 2, 1-13).

Esta promessa não ficou restrita ao povo daquela época. Pedro, apóstolo, em seu discurso que converteu mais de três mil pessoas disse bem alto e em bom tom de voz: “...vocês receberão o Espírito Santo, pois esta promessa é para vocês, para seus filhos e para todos os que estão longe, isto é, para todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar (At 2,39).

Então, você pode ser cheio deste Espírito Santo que já recebeu em seu Batismo e na Crisma, e muitos já passaram pela experiência do “Batismo no Espírito”. Esta “renovação espiritual” é uma graça que Deus tem concedido a “todos” que se abrem a sua graça. Basta querer, pedir, se abrir, permitir que ela aja em sua vida.

O Espírito Santo age em sua vida de diversas maneiras, dentre elas:

  1. Te recorda a verdade: “...o Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará com que lembrem de tudo o que eu disse a vocês” (Jo 14,26). E não é verdade que quando nos afastamos do caminho do Senhor nossa “consciência” nos lembra do que nos falou o Senhor? Quando intencionalmente prejudicamos alguém, quando deixamos nosso orgulho e ego prevalecer, quando desconsideramos alguém por motivos de classe social e tantas outras situações que não pertencem a vida cristã, o Espírito Santo recorda em nosso interior sobre nossa vocação à vida cristã. Importantíssimo que você saiba que esta recordação das verdades de Deus pelo Espírito não são para nos acusar, para nos deixar “pra baixo”, ao contrário, são para te salvaguardar do erro que prejudica sua vida.

 

  1. Te presenteia com seus dons: “Existem tipos diferentes de dons espirituais, mas é um só e o mesmo Espírito quem dá esses dons..., sabedoria, ciência, profecia, curas, milagres, línguas... Ele dá um dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer (1 Cor 12,1-11; Rm 12,1-8). O Concílio Vaticano II nos presenteia também com esta belíssima afirmação na constituição dogmática Lumen Gentium: “O Espírito Santo habita na Igreja e nos corações dos fiéis como num templo..., neles ora e da testemunho de que são filhos..., leva a Igreja ao conhecimento da verdade total, dota-a e dirige-a mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos e adorna-a com seus frutos...” (L.G- 4)
  1. Te faz produzir frutos: “O Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio..., que o Espírito de Deus, que nos deu a vida, controle também a nossa vida...” (Gal 5,22-25). Na medida em que você se abre à sua ação, deixa-se conduzir por ele, reserva tempo para sua oração pessoal, exercita os dons que Ele te deu como a oração em línguas, a generosidade, o serviço, você cresce na maturidade cristã (Ef 4,7-16). E, é claro, os frutos vão surgindo em sua vida pessoal e comunitária, consequência desta sua amizade com seu “Mestre interior”, o Espírito Santo.

 

Estar aberto às verdades do Espírito, oração pessoal, exercitar os seus dons, inclusive o dom das línguas e procurar crescer na “produção” de seus frutos como consequência desta vida no Espírito, assim você vai sendo conduzido por ele (Gal 5,16).

Perguntas
1) Como tenho cultivado amizade com o Espírito Santo? 
2) O que tenho feito com os dons que Ele me deu?



5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


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Missas

2ª feira | 7h (Celebração)
3ª feira
| 7h | 19h30
4ª feira | 7h | 19h30 (Comunidade
Santo Antonio - antigo Setor 04)
Av. Cidade Jardim, 343
5ª feira | 7h | 12h15 | 19h30
6ª feira | 7h | 15h
Sábado | 17h (Salão da Comunidade
N.S. Aparecida - antigo CP4) | 19h (Igreja)
Domingo | 7h | 9h30 | 12h | 17h | 19h30

Confissões

3ª feira | 17h30
4ª feira | 9h30
5ª feira | 9h30
6ª feira | 9h30
Sábado | 10h

Programação de 24 a 30/06/2019

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

SEJA BEM VINDO.


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Gostaríamos de mostrar para você algumas das funcionalidades novas que preparamos.



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