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Mensagem do Dia - 13/10/2019

Os dias passam num piscar de olhos, semanas, meses e anos vão passando. É o hoje que você tem que viver e aproveitar, planeje o futuro sim, mas não esqueça de viver com sua família, busque sempre a Deus e promova sempre o bem. Seja um bom dia e viva a vida verdadeiramente!

Comer o livro | 09 a 15/09/2019

Data:09 a 15/09/2019
Tema:
Comer o livro
Salmo: 27,1-6

Leitura: Ez 2, 7-9; 3,1-4;Ap 10,8-11


Introdução:
Para você ter uma boa saúde física, precisa se alimentar adequadamente com proteínas, vitaminas, praticar exercícios, ingerir líquidos e tudo o mais que seu corpo precisa para se manter forte e sadio, da mesma maneira, para você ter seu espaço garantido na sociedade com um bom emprego ou para empreender em seu próprio negócio, precisa estudar, ler, ampliar seus conhecimentos profissionais, se atualizar para não ficar à margem do mercado tão exigente.

Mas você também é um ser espiritual, criado por Deus: “Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como nós, que se parecerão conosco...” (Gn 1,26). Você tem uma referência de criação e destino certo, voltará para onde veio, para Deus. Nossos primeiros pais escolheram caminhar longe do Senhor Deus, sem a sua orientação e desde então Deus elaborou o chamado “plano de Salvação” para trazer o homem, a humanidade de volta para Ele. Este “plano de Salvação” teve seu ápice em Jesus Cristo: “Deus amou tanto o mundo, que deu seu único filho, para que todo aquele nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

Para você conhecer e amar a Deus, se fortalecer espiritualmente, tal qual alimenta seu corpo e seu intelecto é preciso se alimentar da “Palavra de Deus”: a Bíblia. Nela está contida toda a vontade de Deus para conosco, seu povo, como você deve agir para ser feliz aqui e na vida junto dele, como ser uma boa pessoa na sociedade, como ser realizado na vida cristã, como conhecer a vontade de Deus para a sua vida e até como se realizar nos negócios, entre tantas outras verdades que nos faz pessoas melhores, mas acima de tudo, te mostra o caminho da salvação revelada e mostrada muito especialmente na pessoa de Jesus Cristo, encarnação de Deus.

A linguagem simbólica de “comer o livro”, usada nas leituras de hoje, comunica que devemos nos alimentar da Palavra de Deus antes de qualquer atividade que se queira realizar na obra de Deus: “nutre teu corpo, depois vai falar a casa de Israel”(Ez 3,3). Mas podemos nos voltar para duas observações importantes:

  1. Quando o profeta comeu o livro, na sua boca parecia “doce como mel”: De fato a palavra de Deus é doce, salva, refrigera, consola, orienta, pode ser saboreada, nos faz bem, nos alimenta: “A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho”. (Sl 119,105); “Deus é nosso refugio e a nossa força, socorro que não falta em tempos de aflição” (Sl 46,1); “Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará” (Mt 5,4). Estas e outras milhares de palavras de Deus na Bíblia são “doces”, te fazem bem e te consolam em tempos difíceis.
  2. 2) Quando João comeu o livro, na boca era doce, mas depois que engoliu, no estômago ficou amargo: Você pode entender este amargo como as exigências que se pede no seguimento de nossa fé cristã-católica. Jesus quando discursava sobre ser Ele o pão da vida, muitos que o seguiam já não ficaram tão animados como antes quando o viam fazendo milagres e curas (parte doce de seguir Jesus). Muitos que o ouviram falar diziam: “O que ele ensina é muito difícil! Quem pode aceitar estes ensinamentos?...por causa disto muitos seguidores de Jesus o abandonaram e não o acompanhavam mais” (Jo 6,66).

Mas foi nesta mesma situação que Jesus pergunta aos demais: “E vocês vão querer ir embora também? E Pedro tomando a palavra profere a rica profissão de fé: “Quem é que nós vamos seguir? O Senhor tem palavras que dão a vida eterna” (Jo 6,68).

Jesus, perfeita revelação de Deus, o Verbo, a Palavra encarnada, nos amou a tal ponto de nos dar a vida, doce Jesus: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar suas cargas pesadas e eu lhes darei descanso” (Mt 11,28) mas também exigente Jesus: “Se te baterem numa face, oferece também a outra” (Lc 6,29).

Palavras doces e amargas são Palavra de Deus nos aliviando (doce) e nos moldando a sua vontade (exigente, amarga). Leia a Palavra de Deus, não somente as palavras “confortáveis”, mas também as difíceis, que te confrontam com a realidade de sua vida, que exige mudanças.

Perguntas

  1. Você se alimenta diariamente da palavra de Deus na mesma medida em que se alimenta para nutrir seu corpo?
  2. Quando leio a Bíblia, prefiro as palavras doces ou amargas?


 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

A Bíblia contém a Palavra de Deus, que é sempre atual e eficaz. Alguém disse:
‘O que aconteceria se usássemos a Bíblia como usamos o nosso celular?’.
Se a levássemos sempre conosco; se voltássemos quando a esquecemos,
se a abríssemos várias vezes por dia; se lêssemos as mensagens de Deus contidas na Bíblia como lemos as mensagens em nosso celular. Claramente a comparação é paradoxal, mas faz refletir
(Papa Francisco - pronunciamento feito durante 1º domingo da quaresma em 2017)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


Família: Santuário da vida, Santuário de Deus | 26 a 01/09/2019

Data: 26 a 01/09/2019
Tema:
 Família: Santuário da vida, Santuário de Deus
Salmo: 127

Leitura: Mt 2,13-23

 


Neste mês de agosto você tem refletido em sua célula sobre a família. Dentre suas mais ricas faces temos dois temas de grande importância: o amor e o perdão em família. Além disso, ter participado da Semana da Família em nossa paróquia propicia a você e sua família momentos ricos que certamente os ajudarão muito.

 

Sua família veio de Deus, da Trindade Santa. O apóstolo Paulo eleva a família à categoria da Igreja de Cristo (Ef 5,25), tal é a magnitude dela. E a nossa Igreja “instituída por Cristo” reitera esta magnitude da família em pronunciamentos solenes. Na constituição dogmática Lumen Gentiun: “na família nascem os novos cidadãos...que pela graça do Espírito Santo se tornam filhos de Deus pelo batismo para que o povo de Deus se perpetue no decurso dos tempos, é a “Igreja doméstica” (LG-11). São João Paulo II em sua belíssima Exortação Apostólica sobre a missão da família no mundo de hoje “Familiaris Consórtio”: “uma revelação e atuação específica da comunhão eclesial é constituída pela família cristã que também, por isto, pode e deve chamar ´Igreja doméstica´” (FC-21). Também em sua carta às famílias,em 1994, chama a família de “Santuário da vida” (CF-11), reafirmada pelo Papa Francisco em 18 de junho de 2018. O Catecismo da Igreja faz a profunda relação da família com a Santíssima Trindade:“a família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai” (CIC-2205).

 

Por esta rica e total dedicação da igreja à família e a própria denominação a ela atribuída de Igreja doméstica, santuário de Deus, santuário da vida, você pode imaginar a grave importância da família no plano de Deus. Sendo a família uma “Igreja doméstica” pelo vínculo do sacramento do matrimônio, nela tudo também comunica a graça de Deus ou passa a ser um “lugar teológico” (onde Deus se manifesta). Dentro daquele “templo”, que pode ser uma casa simples ou um palácio, um pequeno ou grande apartamento, tudo pode se fazer um paralelo ao que acontece na “Igreja templo”. Como a sacristã que prepara o altar, assim é o ato de preparar a mesa para a refeição. Fazer essa refeição com sua família também se torna um ato sagrado, afinal Cristo instituiu a Eucaristia em uma mesa de jantar. O leito conjugal é sagrado; educar os filhos; programar as compras; fazer projetos para a sua casa... todos serão uma tarefa conjunta, em comum, “trinitária”. Vamos viajar?Podemos trocar de carro? Podemos ter mais um filho? Como podemos resolver isto? Não nos esqueçamos de que fomos criados à imagem e semelhança da Trindade que, ao nos criar, disse: “Façamos”. 

 

Como família, devemos nos esforçar também para agirmos “trinitariamente”. Disto se segue ainda que, durante o tempo em que você estiver em sua Igreja doméstica, tudo também passa a ser um “sacramental”. Tudo o que você fizer pode comunicar indiretamente também a graça de Deus: uma louça lavada, uma roupa passada, um conserto ou limpeza na casa, um adorno construído. Enfim, tudo o que acontece na Igreja doméstica é sagrado, pois o matrimônio é sagrado, a família é sagrada.

 

Ao compreendermos o plano e a atenção de Deus para a família, a atenção da Igreja e até mesmo do Estado (que constitucionalmente tem o dever de protegê-la) e especialmente seu caráter sagrado, sua origem divina, compreendemos também a razão dos constantes ataques que a família vem sofrendo nos últimos anos. Antes velado, agora escancaradamente público, a tal ponto de tentarem mudar a sua própria identidade, ou seja, tentarem mudar aquilo que Deus criou. O inimigo de Deus, o maligno, aquele que veio para matar e destruir (Jo 10,9) certamente está por trás de toda esta armação.

 

Encerramos esta reflexão com as palavras de nosso querido Papa Francisco em sua Exortação Apostólica “A alegria do amor”, que nos presenteia com esse texto que vem bem ao encontro de nosso tema: “sempre falamos da habitação de Deus no coração da pessoa que vive na sua graça. Hoje podemos dizer também que a Trindade está presente no templo da comunhão matrimonial. Assim como habita nos louvores de seu povo (Sl 22) assim também vive intimamente no amor conjugal que lhe dá glória. A presença do Senhor habita na família real e concreta, com todos os seus sofrimentos, lutas, alegrias e propósitos diários... ´” (AL-314-315).

 

Perguntas

  1. Como você pode ajudar a fazer de sua casa uma Igreja doméstica?
  2. Como você acha que está a família brasileira?

 

 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“O FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA”
(São João Paulo II)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.

 

O amor na família | 05 a 11/08/2019

Data: 05 a 11/08/2019
Tema:
O amor na família
Salmo: 128

Leitura: 1 Cor 13,1-13


Deus é amor! Rasga o coração São João em sua primeira carta (1 Jo 4,8). Este é o ponto de partida para considerarmos tudo o que se possa entender sobre família e sobre o plano de Deus para esta primeira “célula” da humanidade, criada por Ele, base e mãe de toda sociedade. Deus é amor, puro amor e “não se contendo” de tanto amor desejou e quis que este amor se concretizasse, se materializasse, por isto “CRIOU” do nada a sua obra e “viu que tudo era bom” (Gn 1,25). Embora tudo o que tenha feito seja bom, como que não se contendo, sente que ainda sua obra não estava perfeita, por isto em unidade (Pai, Filho e Espírito Santo) cria o gênero humano: “façamos o homem a nossa imagem e semelhança” (Gn 1,26).

Deus é amor e por isso não é só, são três pessoas, uma comunidade: Pai, Filho e Espírito Santo, uma família. O Papa Francisco recorda São João Paulo II em sua Exortação Apostólica “A alegria do amor”: “Nosso Deus no seu mistério mais íntimo não é solidão, mas uma família, pois tem em si mesmo paternidade, filiação e a essência  da família, que é o amor. Esse amor, na família divina, é o Espírito Santo” (AL 11).

Somos a obra prima de Deus, obra especial para refletir a imagem do próprio Deus, da família trinitária. Fomos criados para refletir em ações e em vida o amor de Deus, amor que é “doação”. Os seres humanos são de todas as criaturas os únicos capazes de realizar atos semelhantes a essência de Deus. Assim:

  • Deus é puro amor: somos capazes de amar e receber amor.
  • Deus é pura bondade: somos capazes de sermos bons e de compreendermos a bondade.

O amor de Deus atinge seu ponto extremo quando se encarna: “de tal modo”, “tanto”. Diz a Palavra que Deus amou tanto a humanidade que enviou Jesus para estar conosco e nos salvar, escolheu livremente vir até nós através de uma família e uma família simples que soube acolher o salvador, a começar da mãe Maria: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

Assim, sendo a família humana-cristã, imagem da família trinitária, visitada e assumida por Deus mesmo feito gente, é convidada a viver neste “amor doação”, “amor entrega”: “abandono ao outro”, “unir-se ao outro”, “ser um com o outro”. “É por isso que o homem deixa seu pai e sua mãe para se unir com sua mulher e os dois se tornam uma só pessoa” (Gn 2,24).

A sua família, a nossa família, tem esta estreita ligação com a família trinitária:

  • Foi criada pela família divina e em perfeita unidade: “façamos” o homem a nossa imagem e semelhança (Gn 2,-26);
  • É obra de coroação da criação divina;
  • Cristo defende a sua unidade e indissolubilidade: “não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19,5);
  • São Paulo eleva a família na categoria de Igreja: “maridos amem vossas esposas, assim como Cristo amou a sua Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25-33).

Nesta sociedade onde a família é diariamente bombardeada com diversos contra-valores, sendo o mais perverso a tentativa de até mudar sua identidade, essa “célula” primeira chamada família é conclamada por Deus Trindade, Deus família, a se voltar para o seu primeiro amor, o amor de Deus. Assim, por sua vez, também se renovar, pois toda família precisa de Deus, agora muito mais do que nunca, como nos fala o Papa Francisco: “O verdadeiro vinculo é sempre com o Senhor. Todas as famílias tem necessidade de Deus: Todas, todas! Necessidade de sua ajuda, da sua força, da sua benção, da sua misericórdia, do seu perdão. Para rezar em família requer-se simplicidade! Quando a família reza unida o vinculo torna-se mais forte”.    

Perguntas

  1. 1) Como sei que Deus me ama?
    2) Porque sou capaz de amar?

 

 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  2. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  3. Pelos encontros de formação de líderes;
  4. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  5. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  6. Por todo trabalho de células;
  7. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  8. Orar pelos aniversariantes do mês;
  9. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  10. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“A FAMÍLIA É A BASE DA SOCIEDADE E O LUGAR ONDE AS PESSOAS APRENDEM,
PELA PRIMEIRA VEZ, OS VALORES QUE AS GUIARÃO POR TODA A VIDA”
(São João Paulo II)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.

 

O perdão em família | 19 a 25/08/2019

Data: 19 a 25/08/2019
Tema:
O perdão em família
Salmo: 86, 1-7

Leitura: Ef 5, 21-33;6,1-4


Quando pensamos em família é inevitável não nos reportarmos ao início da criação, quando a Trindade Santa contempla a obra e vendo que estava faltando alguma criatura que lhes fosse afim, que se parecesse com Eles, exclamam: “Façamos o homem a nossa imagem e semelhança...” (Gn 1,26). E a ele deu poder de dominar sobre toda a criação. Ao ver que cada qual dos animais tinha uma companhia, percebe que não havia uma parecida com o homem, então diz: “Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade” (Gn 2,18). Fez então a mulher e a apresentou ao homem que ao contemplá-la exclama muito contente: “Ah! Essa sim é osso de meus ossos e carne de minha carne, chamou-a mulher, porque saiu dele” (Gn 2,23). “É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa” (Gn 2,24). “E o Senhor os abençoou dizendo: multipliquem-se, tenham muitos filhos e filhas, espalhem-se por toda a terra e a dominem...” (Gn1,28). Assim nasceu a primeira família, uma célula familiar, que se multiplicou e encheu a terra. Rezemos para que nossas células, tal qual esta primeira, também se multipliquem e povoem nossa cidade e nossa região metropolitana.

A família tal qual criada por Deus, “homem e mulher os criou” (Gn 1,27), é uma benção. Na Palavra de Deus aparece 90 vezes, sendo 68 no Antigo Testamento e 22 no Novo Testamento. É reconhecida como a “base da sociedade”, mantém o equilíbrio e a harmonia dela, sem a qual a humanidade estaria um caos. São Paulo eleva esta célula primeira da sociedade a uma categoria muito especial, a categoria de Igreja, fundada por Jesus. Nossa Igreja confirma, recorda esta “continuidade sagrada da família”: Deus cria a família, se encarna e vive em uma família. A Igreja primitiva na boca do apóstolo Paulo a tem como Igreja e a nossa Igreja hoje a denomina como “Igreja doméstica” como vemos em nosso catecismo: “Uma revelação e atuação especifica da comunhão eclesial é constituída pela família cristã, que também, por isso, pode e deve se chamar Igreja doméstica” (CIC-2204).

Ainda que tenha toda esta “sacralidade” da família, ela é constituída de seres humanos e como tais, limitados, falhos, com temperamentos e por vezes até culturas e educações diferentes, sujeitos a reações diante de situações adversas, nas dificuldades, problemas próprios da vida em comum. Quando você se casa você já não é mais você somente, tem mais uma pessoa convivendo em uma só casa, que vem com toda uma história de vida diferente da sua, para viverem para o resto de suas vidas. Em seguida chegam os filhos que tornam esta comunidade, esta célula, maior, sujeita também as interferências do dia a dia. Para que a família se mantenha unida, firme e duradoura, entre tantas atitudes que aqui não comporta espaço para se tratar, uma delas é essencial: o perdão!    
O perdão ocupa um lugar tão especial e de uma importância tal na vida cristã que nosso Senhor dá a ele um caráter também especial respondendo a Pedro sobre quantas vezes perdoar: “Então, Pedro se aproximou dele e disse: Senhor quantas vezes devo perdoar..., até sete vezes? Respondeu Jesus: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18,21-22), na linguagem bíblica 70 x 7 significa sempre. 

O convívio em uma só casa, de duas pessoas que se uniram em matrimônio é de uma grande riqueza, de doação mútua, de entrega recíproca, de partilha de sentimentos, anseios, projetos a dois, de uma “busca constante de fazer o outro feliz e não cobrar do outro que me faça feliz”. Não existe melhor ambiente que o lar constituído onde se possa aplicar a máxima de Jesus, conhecida como a regra de ouro dos relacionamentos: “faça aos outros, o que você quer que façam com você” (Mt 7,12). Na medida em que você faz tudo o que estiver ao seu alcance para que a sua esposa seja uma pessoa melhor, certamente ela fará o mesmo para que você, esposo, seja também uma pessoa melhor e, claro, vale para os filhos (as). Por isto a leitura de hoje relacionando família como Igreja entra no capítulo 6 que trata dos filhos.   

Mas sabemos que a convivência familiar se faz com grandes sacrifícios. Viver em comunidade em casa exige em muitos momentos uma “morte pra si mesmo”. Não se trata de se anular, mas de, por vezes, dominar o seu ego em favor do bem maior do todo familiar. Aqui vale as palavras do Papa Francisco em sua exortação apostólica sobre o amor na família: “Quando estivermos ofendidos ou desiludidos, é possível e desejável o perdão; mas ninguém diz que é fácil. A verdade é que a comunidade familiar só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, de fato, de todos e de cada um, pronta e generosa disponibilidade à compreensão, à tolerância, ao perdão, à reconciliação...” (AL 105).

Perguntas

  1. Eu tenho facilidade em perdoar?
  2. O que você entende em fazer para o outro o que quer que faça para você?

 

 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

“Em cada sociedade, as famílias geram paz, porque ensinam o amor,
o acolhimento e o perdão, que são os melhores antídotos contra o ódio,
o preconceito e a vingança que envenenam a vida de pessoas e comunidades”
(Papa Francisco)

 

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Para que o seu fruto permaneça (não se perca) | 29/07 a 04/08/2019

Data: 15 a 21/07/2019
Tema:
Para que o seu fruto permaneça (não se perca)
Salmo: 92,13-16

Leitura: Jo 15,1-17


A história da revelação e da relação de Deus com a humanidade se desenvolveu em meio a um ambiente fortemente agrícola como o cultivo do trigo, uva, oliva para o azeite, entre outras frutas e legumes próprios da Terra Santa. Por isso nosso Senhor usava frequentemente esta linguagem. Por exemplo, na parábola do semeador (Lc 8,4-15) e de maneira muito especial em nossa reflexão de hoje, atribui a Ele mesmo o simbolismo da videira: “eu sou a videira”.

Nosso Senhor, em clima de despedida, conversa com os seus mais próximos a respeito de muitos assuntos, escritos por João a partir do capítulo 13. Entre eles, como permanecer n´Ele, o amor entre seus discípulos, a obra do Espírito Santo... E em meio a profundos ensinamentos, três grandes verdades em uma curta frase: “não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e deem fruto e que este fruto não se perca” (V-16).

1) Você foi escolhido por Jesus (“fui u que os escolhi”)
2) Envia você para evangelizar (“vão e produzam fruto”)
3) E que este fruto permaneça (“não se perca”)

O assunto produção de frutos é profundo, vasto e demandaria muitas semanas de roteiros, mas aqui para acompanharmos e compreendermos a parábola de Jesus, vamos ficar somente com parte deste ensinamento de Jesus, usando da mesma comparação agrícola.

Para que você tenha em sua mesa uma bonita maçã, laranja, banana, uvas, tomate ou qualquer outra fruta, fruto ou legume, foi preciso um dedicado trabalho de muitas pessoas. Preparar a terra, semear a semente, regar, adubar, “esperar” a terra nutrir a semente e a jovem planta que cresce, tirar as pragas que certamente aparecem para sufocar a planta e quando já em fase maior, “podar” a planta, para que ela cresça com força, produza as flores que por sua vez se transformarão finalmente em fruto que por sua vez, produzirão novas sementes que irão para a terra para novamente continuar o ciclo da produção de frutos. Este cuidado com o que plantamos e contínuo ciclo faz com que sempre tenhamos frutos em nossa mesa (frutos permanentes).

Assim é o nosso sistema de células. Há 18 anos foi plantada a semente da célula. Ele e mais pessoas regaram, alimentaram, podaram. A árvore cresceu, produziu muitos frutos (outras células) que por sua vez se reproduziram através de outras sementes... E quem foi na Grande Célula no dia 22/07 constatou a alegria contagiante de se viver em células.

Assim também, nosso Senhor te pede que você seja “frutífero”, que produza fruto, uma vez que você também já é fruto de alguém. De quem você é fruto? Quem te trouxe para a Igreja, para a célula? Quem é o seu Oiko, seu discípulo que você está trazendo para a sua célula?

Para melhor entender este “que o seu fruto permaneça” observe a cadeia produtiva de frutos que São Paulo ensina: “o que de mim ouvistes na presença de muitas testemunhas, confia a homens fiéis que por sua vez, sejam capazes de instruir a outros”. (2Tm 2,2).

Paulo >> Timóteo >> Homens fiéis >> Outras pessoas (ementes que geraram frutos que produziram mais sementes)

Assim como Paulo, construa sua cadeia:  
Você >> Seu Oiko >> Que se torna membro >> Que discipula outro Oiko (assim o fruto permanece e não se perde)

Mas assim como a terra precisa de cuidados para produzir bons frutos, para gerar frutos para o reino de Deus, é preciso também de certos “cuidados”, caso contrário, ou não conseguiremos produzir ou produziremos frutos não tão bons. O que você precisa para produzir bons frutos: 
1) Permanecer em Jesus: “permanecei em mim e eu permanecerei em vós” (V-4)
2) Amar seu irmão(a): “o que vos mando é vos ameis uns aos outros” (V-17)
3) Vida de oração: “vigiai e orai” (Mt 26,41)
4) Vida de comunidade: “os cristãos viviam unidos” (At 2,44)
5) Amor pela palavra de Deus: “a palavra de Deus é viva, eficaz... (Hb 4,12)
6) Amor pelo reino de Deus: (Ler todo o capítulo 11 da carta aos Hebreus)
7) Buscar sempre a Deus: “crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pd 3,18)
8) E claro, assumir a ordem de Jesus: “vá e produza frutos” (V-16)

Perguntas

  1. Quais frutos eu vejo na minha vida através das células?
  2. O que preciso para produzir frutos?


 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“SE TIVERES AMOR ENRAIZADO EM TI, NADA SENÃO O AMOR SERÃO OS TEUS FRUTOS”
(Santo Agostinho)

“OS TEUS NETOS COLHERÃO OS FRUTOS DE TUAS ÁRVORES”
(Virgilio)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


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Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

2ª feira | 7h (Celebração) 
3ª feira | 7h** | 19h30*
4ª feira | 7h* | 19h30 (Celebração
Comunidade Nossa Senhora Aparecida
Rua Regulus, 120)
5ª feira | 7h* | 12h15* | 19h30**AB
6ª feira | 7h* | 15h** | 19h30*
Sábado | 10h** (Colégio Teófilo Rezende) | 19h**B
Domingo | 7h* | 9h30**B | 12h**B |
17h* | 19h30**B


A - Missas com orações de cura e libertação
B - Missas transmitidas pela webradio PES de CRISTO
Obs: Todas as missas são transmitidas pela webtv PES de CRISTO

Confissões

3ª feira | 15h
4° feira | 9h
5ª feira | 15h
6ª feira | 9h

Programação de 07 a 13/10/2019

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

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Gostaríamos de mostrar para você algumas das funcionalidades novas que preparamos.



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