ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

Franz de Castro

Ele derramou o seu sangue por aqueles que precisavam

 

Olá, queridos leitores da PES de CRISTO. Temos uma bela notícia: a Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, da qual falamos na edição passada, teve suas virtudes heroicas reconhecidas no dia 03/04/2014 pelo Papa Francisco. Com isso ela se torna Venerável, faltando pouco para a Beatificação.

 

Nesta edição falaremos do Servo de Deus Franz de Castro Holzwarth. Ele nasceu no dia 18/05/1942 na cidade de Barra do Piraí/RJ. Era um jovem comum, que desde pequeno demonstrava grande amor pelos menos favorecidos e possuía uma grande piedade em suas orações. Por toda sua vida queria dar-se inteiramente a Jesus, mas tinha dúvida se queria ser sacerdote do Senhor.

 

Aos 21 anos entrou na faculdade de Direito e se mudou para Jacareí. Após dois anos, veio para São José dos Campos. Nessa mesma idade escreveu uma carta, com um trecho que dizia: “Ninguém me virou a cabeça: há muito que Ele me persegue e creio que, na minha futura profissão, com Ele e por Ele conseguirei muito”.

 

Formou-se em Direito aos 26 anos e sempre defendia os menos afortunados e os excluídos, cuidando do lado jurídico e espiritual, tornando-se o Doutor dos pobres e apóstolo dos encarcerados. Entrou na Pastoral Carcerária, sendo para os presos um pai, amigo e irmão.

 

Em 14/02/1981, Franz e um amigo foram chamados para impedir o pior em um motim na cadeia pública de Jacareí. Ele se ofereceu para ficar no lugar de um refém, um policial militar. Durante toda a tensão, quando os bandidos fugiam com Franz como refém, houve um grande tiroteio em que sete pessoas morreram (cinco bandidos, um policial e o próprio Franz).

 

Ele derramou seu sangue, sua vida, pelos outros. Um verdadeiro mártir, fazendo o que ele havia dito para seu amigo Padre Altamirando: “O que importa na vida é Cristo e trazê-lo aos outros como sacerdote. Há em mim um desejo de doação total. Espero em Deus que se faça a sua vontade. Estou disposto ao que me chamar”.

Em 06/03/2009 foi aberto seu processo de canonização e em 2010 seus documentos foram encaminhados para a Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano. Em 2011 foi declarado Servo de Deus pelo Papa, época que marcou a abertura oficial do processo de canonização.

 

O Processo Canônico é definido pelo martírio, sendo assim, após a comprovação pelo Vaticano, ele será declarado Beato. Já existem relatos de milagres pela sua intercessão. Seus restos mortais estão expostos na Igreja Matriz de São José dos Campos, abertos à visitação e oração.

 

Franz de Castro derramou o seu sangue por aqueles que precisavam. Assim, nós também devemos dar a nossa vida e amor por eles. Rezemos por sua Beatificação.

 

Na próxima edição falaremos do Venerável Padre Rodolfo Komorek. Seguimos juntos o caminho da santidade até o céu! O Vale e o Brasil precisam de santos. Sejamos nós os santos de Cristo Jesus. Deus os abençoe! Até a próxima!

 

Por Paulo Sérgio Silva

Liturgia Eucarística

"O Amor não desiste perante o impossível, não desarma perante a dificuldade"

Nesta edição, chegamos ao final da explicação das partes da Missa ou Ceia do Senhor. Agora vamos falar da parte mais importante de toda a celebração: A Eucaristia. Este é o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.


 



RITO DA COMUNHÃO

Pai Nosso 

Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo.
Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do Senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo. 

Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante. Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. Após o Pai Nosso na Missa não se diz amém, pois a oração seguinte é continuação.

 


 A paz

Após o Pai Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. 

A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição. 
Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas. 

Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz. 

 


Fração do pão 

O celebrante parte o pão eucarístico e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão. 


Cordeiro de Deus 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "cordeiro de Deus". Os fiéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez. 
 

Comunhão 


A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como Mistério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.

O sacerdote prepara-se por uma oração em silêncio para receber frutuosamente o Corpo e o Sangue de Cristo. Os fiéis fazem o mesmo, rezando em silêncio. A seguir, o sacerdote mostra aos fiéis o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o cálice e convida-os ao banquete de Cristo; e unindo-se aos fiéis, faz um ato de humildade. Enquanto o sacerdote recebe o sacramento entoa-se o canto da Comunhão que se estenderá à comunhão dos fiéis.

À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual.

A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.

Após a comunhão temos Jesus em nós e nós N'Ele. Enquanto isso ouvimos a oração proferida pelo sacerdote, em que implora os frutos do mistério celebrado.

Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós!

 


Ritos Finais

Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações. 

E a missa termina com a benção. É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa.  

É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.

Por Viviane Santos da Silva

 

Novo Bispo, Dom Cesar

Bendito o que vem em nome do Senhor

 

A grata notícia da nomeação de Dom Cesar

No dia 20 de março foi divulgada a notícia da nomeação de Dom Cesar, como o nosso quarto bispo diocesano. Foram quase dez meses de expectativa. Por isso, a notícia foi recebida com alegria e entusiasmo em toda a nossa diocese. Dom Cesar exerceu a função de bispo da diocese de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, por cinco anos. Seu lema episcopal é “Somos de Deus”, que expressa como ele se colocou plenamente à disposição da Igreja.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2 site Convite a ação de graças

Nos quase dez meses de espera, a nossa diocese orou incessantemente pelo processo de nomeação do seu novo bispo. Em muitas paróquias foi feito no final de todas as Missas dominicais e até semanais a oração oficial pela nomeação do novo bispo. As Regiões Pastorais promoveram, no âmbito regional ou paroquial Horas Santas nesta intenção. Pessoas e grupos  participaram desta campanha diocesana de oração, colocando sempre em suas orações pessoais e comunitárias esta intenção. 

Agora é o momento de ação de graças. A oração de louvor e ação de graças é muito oportuna para nos mantermos conscientes dos dons de Deus e nos abrirmos sempre mais aos apelos da sua graça. As vezes acontece de pedirmos uma graça a Deus por muito tempo, mas quando somos atendidos nos esquecemos de agradecer. A oração de ação de graças deve ser a atitude normal daquele que se vê contemplado pela benevolência divina. Então a oração de súplica se transforma em oração de ação de graças.

Não podemos ficar indiferentes. Mais uma vez o Pastor supremo do rebanho voltou o seu olhar sobre a nossa querida e amada diocese e cumpriu a sua promessa de conceder ao seu povo pastores conforme o seu coração (cf. Jer 3,15).

 

Por Ana Lúcia Zombardi, jornalista da Diocese de São José dos Campos

 

 


 

ORAÇÃO EM AÇÃO DE GRAÇAS PELA NOMEAÇÃO DE DOM CESAR

Ó Deus, Pastor supremo do rebanho, nós vos agradecemos por todos os benefícios que tendes concedido à nossa Diocese. Graças vos damos porque mais uma vez voltastes o vosso olhar providencial sobre nossa Diocese, concedendo-nos um pastor conforme o vosso coração (cf Jr 3,15). Obrigado pelo sim de Dom Cesar, nosso bispo nomeado, que confiando na assistência do vosso Espírito, colocou-se, plenamente, à disposição da Igreja. A nós, diocesanos, concedei as virtudes da humildade e da obediência, para acolhermos bem aquele que escolhestes. Assim, pastor e rebanho unidos pelo vínculo da caridade poderão empenhar-se na edificação de uma Igreja viva e dinâmica. Nós vos apresentamos nossos agradecimentos e súplicas por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e São José, patrono de nossa Diocese. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.

 


Convite

A Diocese de São José dos Campos convida para a Missa de Posse de seu 4º bispo diocesano, no dia 17 de maio, às 15h, no Centro da Juventude “Fuad Cury” - Rua Aurora Pinto da Cunha, 131 - Jardim América - São José dos Campos.

 


 

 

 

 

 

 

MENSAGEM AO POVO DE DEUS DA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Queridos Presbíteros, Diáconos, Religiosos(as), Leigos e Leigas, Povo de Deus. Prezadas Autoridades,  pessoas de boa vontade e amigos(as)!       Queridos  Jovens, adolescentes e Crianças!

Saudações em Cristo Jesus.

No dia 20 de março, próximo passado, o Papa Francisco me nomeou Bispo da Diocese de São José dos Campos, SP, transferindo-me da Diocese de Bom Jesus da Lapa, BA. Não esperava tal nomeação, pois havia chegado em minha atual Diocese no início do ano de 2009. Aceitei e obedeci ao mandato Pontifício alicerçado na Palavra de Jesus Cristo: “eu vim para fazer a vontade do meu Pai que está nos céus” (Jo 6,38). É isso que prometi em todas as etapas de minha formação seminarística salesiana e presbiteral. Assim, vou exercer meu múnus pastoral como Bispo Diocesano desta Diocese seguindo o exemplo de Jesus: fazer acontecer a vontade de Deus na minha vida e na vida dos irmãos e irmãs na fé.

Meu lema Episcopal é: “SOMOS DE DEUS” tirado da primeira carta de São João, capítulo seis, versículo quatro. Com isso quero afirmar claramente e anunciar, que em nossas vidas, como diz o Apóstolo, Deus é o único Senhor de tudo e de todos. Somos chamados e desafiados, cada dia, a escutar Sua Voz e anunciar o Seu Evangelho. É isto que quero viver e anunciar como Bispo nesta querida Diocese de São José dos Campos.

Diz o Concílio Vaticano II: “Cristo, mediador único, constitui e sustenta indefectivelmente sobre a terra, como organismo visível, a sua Igreja santa, comunidade de fé, de esperança e de amor, e por meio dela comunica a todos a verdade e a graça (LG 8). É isto que espero viver com os que confessam a mesma Fé, receberam o mesmo Batismo e foram enviados e enviadas para a mesma Missão. Vamos com alegria e entusiasmo vivenciar nossa fé na Santíssima Trindade, na vida da Igreja, que é sacramento de salvação, nestes tempos que Deus nos concedeu viver.

Que a Palavra de Deus, o Magistério da Igreja, as orientações da vida de Fé possam ir moldando os nossos corações, as nossas mentes, as nossas almas para manifestarmos atitudes coerentes com o seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Peço que a Virgem Maria, mãe de Deus, mãe da Igreja e nossa Mãe abençoe a todos e a todas. Que a exemplo de São José possamos ser homens e mulheres da Palavra e de palavra. Que São Dimas, padroeiro da catedral, possa nos animar sempre mais no diálogo com Jesus e no anseio de viver com Ele no Reino dos Céus.

Minha saudação e minha Bênção a todos e todas.

D. José Valmor Cesar Teixeira, SDB

Bispo nomeado de São José dos Campos

Mãos talentosas

Novo projeto da Obra Social Nossa Senhora de Fátima

 

O projeto visa desenvolver um curso de capacitação direcionado às mulheres de nossa comunidade que não possuem formação educacional e profissional para exercer uma atividade remunerada em sua casa. Entre elas, existem muitas mães que dependem de vagas junto às creches e não conseguem devido à grande demanda existente, e que são, em sua grande maioria, responsáveis por contribuir no sustento do lar ou ainda até arrimo de família, tornando-se capazes de gerir o próprio sustento mensal.

 

Serão oferecidos cursos de corte e costura, manicure, pedicura e cabeleireiro. O objetivo é qualificar e incentivar os usuários a encontrar opções diferentes para suprir suas necessidades básicas, facilitando sua inclusão no mercado de trabalho visando o aprendizado com qualidade na área teórica e técnica, bem como a prática supervisionada, por meio de profissional especializado nas áreas de Corte e Costura, manicure e cabeleireira para profissionalização, visando a promoção humana.

 

Com esse trabalho, são esperados a inclusão e/ou recolocação no mercado de trabalho,  valorização de suas habilidades e competências, incentivo a promoção humana visando a  autonomia e melhoria na qualidade de vida. Podem participar pessoas com mais de 18 anos e com o segundo grau completo ou em curso.

 

Por Ângela Sales, assistente social da Obra Social

Casa de Acolhida

 

Eles perceberam a necessidade de um trabalho humano-afetivo e social, ao ver que muitos portadores do HIV internados no antigo Hospital Vicentina Aranha não tinham para onde ir após o fim do tratamento e tão menos qualquer apoio humano e social. Nesta mesma época, a CNBB muito se preocupava com o alto índice de pessoas portadoras do HIV/AIDS que enfrentavam o preconceito e a partir desta problemática, que também se tornava um sofrimento, propôs a criação de um espaço especializado para o acolhimento, orientação e apoio àqueles que buscavam a recuperação da saúde e da dignidade.

 

Há 20 anos, quando o vírus do HIV ainda era uma novidade para a maioria da população, que ainda se acostumava a falar sobre isso e pouco tinham de informações precisas sobre ele, uma iniciativa em São José dos Campos começava a desenvolver um projeto inovador. A Associação Nossa Casa de Acolhida nasceu do sonho desafiador de um grupo de pessoas que participavam da Pastoral da Saúde de nossa diocese, sob o comando do Padre Djalma de Siqueira Lopes. Eles perceberam a necessidade de um trabalho humano-afetivo e social, ao ver que muitos ex-internados dos hospitais de nossa cidade não tinham para onde ir após o fim do tratamento, em uma reunião deste grupo com o então bispo diocesano dom Nelson, foi apresentado uma proposta para criação desta casa e o mesmo disse que em nossa cidade já havia o Vicentina Aranha que acolhida este público. Nesta mesma época, a CNBB estava preocupada com o alto número de pessoas portadoras do HIV/AIDS que enfrentavam o preconceito e que, a partir dessa problemática, também se tornava um sofrimento, propôs a criação de um espaço especializado para o acolhimento, orientação e apoio àqueles que buscavam a recuperação de sua saúde e da dignidade.

 

Desde então, o projeto comandado pela Diocese de São José dos Campos adquiriu forças e hoje conta com a credibilidade da população e dispõe de títulos que uma entidade de seriedade deve ter: Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal, além do certificado de filantropia e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Está situado em espaço próprio, atuando como uma casa de convivência, conta com 21 profissionais (psicólogas, nutricionista, psicopedagoga, assistentes sociais, entre outros) e dispõe ainda de 40 voluntários, que contribuem (eventualmente) diariamente para acolher (com muito amor e uma doação sem igual) 150 famílias de portadores do HIV/Aids, aproximadamente 700 pessoas para diversas ações.

A entidade, consciente do quão é importante um trabalho firmado em conjunto com empresas, comércio e população, para o sucesso de todo projeto, se abre e busca parcerias para a manutenção das ações diárias, tanto de ações específicas, direcionados aos beneficiários e aos seus familiares, como na estrutura da entidade (construção de novos ambientes, reformas, adequações, e outros).

 

A missão da Casa de Acolhida é sob a ótica cristã, promover a dignidade das pessoas que vivem com HIV/AIDS, bem como as que dela cuidam. Para participar dos projetos desenvolvidos pela entidade, os portadores do vírus precisam ser cadastrados e atender aos três pré-requisitos: ser portador do vírus, ter renda familiar baixa e ser aderente ao tratamento desenvolvido paralelamente pelo SUS, através do programa municipal DST/Aids. A entidade funciona em parceria com convênios junto ao Poder Público (60% das verbas) e conta com a generosidade de amigos e da população em geral, que realiza doações em dinheiro (40% das verbas). A entidade, consciente do quão é importante um trabalho firmado em conjunto com empresas, comércio e população para o sucesso do projeto, se abre e busca parcerias para manutenção das ações diárias, tanto de ações específicas, direcionados aos beneficiários e aos seus familiares, como na estrutura da entidade (construção de novos ambientes, reformas, adequações, entre outros).

 

Na Casa de Acolhida procuramos transmitir às pessoas palavras que as motivem a não desistir da vida, oferecendo um suporte técnico, composto de pessoas capacitadas a ajudar tanto na área social, quanto afetiva e humanitária. A vida é um Dom de Deus, toda vida tem seu valor e nossa missão é ajudar cada um, bem como seus familiares, para que tenham a melhor qualidade de vida possível”, revelou.

 

A diretoria da Casa de Acolhida é formada por voluntários, sendo presidida por um sacerdote diocesano, garantindo o amparo espiritual e visando apoio e acompanhamento humano, cristão e diocesano.  Desde outubro de 2013, padre Djalma nomeou para a presidência o padre Bernardo Oliveira, que se sentiu lisonjeado ao ser convidado a contribuir com uma causa tão nobre. “Fiquei honrado com esse convite. Não conhecia a Casa e hoje estou totalmente envolvido com o projeto. Muitas pessoas, diagnosticadas com HIV, entram em processo de depressão, enfrentando o abandono familiar e social. Na Casa de Acolhida procuramos transmitir às pessoas palavras que as motivem a não desistir da vida, oferecendo um suporte técnico, composto de pessoas capacitadas a ajudar tanto na área social quanto afetiva e humanitária. A vida é um Dom de Deus, toda vida tem seu valor e nossa missão é ajudar cada um, bem como seus familiares, para que tenham a melhor qualidade de vida possível”, revelou.

 

A entidade conta com a organização administrativa de Alex Prado, que desde 2009 assumiu a função, tendo em vista sua experiência e conhecimento do funcionamento e organização da mesma. “Eu participava da Pastoral da Juventude e já conhecia o trabalho, mas ao vir servir um mês como motorista, acabei me apaixonando pela causa e nunca mais quis sair daqui”, conta emocionado.

 

 


 

 

Conheça alguns dos projetos desenvolvidos:

- Alicerce: atendimento e acompanhamento social do portador e de sua família através de orientações, reuniões sócio-educativas, repasse de recursos materiais, encaminhamentos aos serviços e equipamentos da rede municipal de Proteção Social Básica.

 

- Broto: atendimento psicológico de crianças e adolescentes soropositivas com repasse de cesta complementar de alimentação.

 

- Nossas mãos: oficina de artesanato que proporciona um espaço de convivência terapêutica, através da aprendizagem e fortalecimento de seu desenvolvimento pessoal com possibilidade profissional para geração de renda.

 

- Viva bem: atendimento jurídico gratuito aos portadores e seus familiares.

 

- CAVP: atendimento psicológico preparando as crianças e os adolescentes para o conhecimento de sua soropositividade, os pais e cuidadores para revelação diagnóstica e acompanhamento nutricional.

 

- Novos horizontes: atendimento em plantão psicológico, direcionado aos adultos vivendo e convivendo com HIV/Aids.

 

- Amanhecer: capacitação profissional do adolescente portador, tornando-o competitivo para o mercado de trabalho.

 

- Vida Nova: grupo de ajuda para dependentes químicos que vivem com HIV/Aids e seus familiares. Projeto desenvolvido em parceria com a Pastoral da Sobriedade Diocesana.

 

 


 

 

Atendimento

Associação Nossa Casa de Acolhida

Av. Rui Barbosa, 124, Centro, São José dos Campos/SP – 12209-000

(12) 3941-4767 e 3204-8435

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Formas de doação / captação de recursos:

Depósito Bancário (Caixa Econômica Federal – Agência 0351 – Operação 013 – Conta 50179-5)

Motoboy

Cartões de débito e crédito

Boleto bancário

Funcionamento e aberto ao público para visitação:

Segunda a sexta-feira, das 8 às 17h

* Aberto ao público e aos parceiros e benfeitores para visitação

 

 


 

 

 

 

Seja um parceiro e benfeitor da “Nossa Casa de Acolhida”! 

Há uma felicidade sem igual, quando partilhamos tudo o que Deus nos dá!

 

Por Fernanda Albuquerque

Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

2ª feira: 7h (Celebração) 
3ª feira: 7h | 19h30
4ª feira: 7h
5ª feira: 7h | 19h30
6ª feira: 7h | 15h | 19h30 (apenas 05/01)
Sábado: 19h (Igreja e CP4)
Domingo: 7h30 | 10h | 12h | 17h30 | 19h30

Confissões

3ª feira: 17h30
5ª feira: 9h30
Sábado: 10h

(chegar com 40 minutos
de antecedência)

Programação válida
durante todo o mês de JANEIRO

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

 

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