"Bom dia, Jesus passou noites inteiras em oração antes das grandes decisões. Se o Filho de Deus precisava desse tempo com o Pai, quanto mais nós precisamos dele. Tenha sempre um horário para rezar todos os dias!" -
Por Andréia Alexandre – Equipe Jornalismo PASCOM
O Santo de hoje mostrou-se digno de receber o título de “Magno”, que significa de grande relevância, isto porque é considerado um dos maiores Papas da história da Igreja, de grande relevância no trabalho e na santidade. São Leão Magno nasceu em Toscana na Itália, no ano de 395, e depois de entrar jovem no seminário, serviu a diocese num sacerdócio santo e prestativo.
Ao ser eleito Papa, em 440, teve que evangelizar e governar a Igreja numa época brusca do Império Romano, pois já sofria com as heresias e invasões dos povos bárbaros, com suas violentas invasões. São Leão enfrentou e condenou o veneno de várias mentiras doutrinais. E combateu com intenso fervor o monofisismo que defendia, mentirosamente, ter Jesus Cristo uma só natureza e não a Divina e a humana, em uma só pessoa como é a verdade.
O Concílio de Calcedônia foi o triunfo da doutrina e da autoridade do grande Pontífice. Os quinhentos Bispos que o Imperador convocara, para resolverem sobre a questão do monofisismo, limitaram-se a ler a carta papal, exclamando ao mesmo tempo: “Roma falou por meio de Leão, a causa está decidida”.
Quanto à dimensão social, Leão foi crescendo, já que com a vitória dos desordeiros bárbaros sobre as forças do Império Romano, a última esperança era o eloquente e Santo Doutor da Igreja, que conseguiu salvar da destruição, a Itália, Roma e muitas pessoas.
O Imperador fugia e os generais romanos escondiam-se. O Papa era a única força capaz de impedir a ruína universal. São Leão sai ao encontro do conquistador bárbaro, acampado às portas de Mântua.
É certo que o bárbaro abrandou-se ao ver diante de si, em atitude de suplicante, o Pontífice dos cristãos e retrocedeu com todo o seu exército.
Dentre tantas riquezas em obras e escritos, São Leão Magno deixou-nos este grito: “Toma consciência, ó cristão da tua dignidade, já que participas da natureza Divina”.